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Sexta-feira, Janeiro 30, 2026

Vereador de Sigefredo Pacheco é condenado por associação ao tráfico de drogas

A sentença foi proferida no último dia 16 de abril de 2025 pelo juiz Leonardo Lúcio Freire Trigueiro, que considerou o parlamentar culpado por associação ao tráfico de drogas

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O vereador Francisco das Chagas Pereira de Oliveira, conhecido como Franciner Zuza (Republicanos), foi condenado a três anos de prisão e ao pagamento de 700 dias-multa, com valor fixado em 1/30 do salário mínimo por dia. A sentença foi proferida no último dia 16 de abril de 2025 pelo juiz Leonardo Lúcio Freire Trigueiro, que considerou o parlamentar culpado por associação ao tráfico de drogas.

Além do vereador, também foram condenados Ronaldo Pereira de Oliveira (irmão do parlamentar), José Ricardo de Sousa, Francisco José Araújo de Moura e Ana Paula dos Santos Pereira.

A investigação teve início em 2017, sendo conduzida pela Delegacia de Prevenção e Repressão ao Entorpecente (DEPRE), sob comando do delegado Matheus Zanatta. À época, uma operação resultou no cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em Teresina e Campo Maior, com foco em desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico de entorpecentes.

Segundo a Polícia Civil, foi constatada a atuação de uma organização criminosa voltada à prática de diversos crimes, especialmente o tráfico de drogas, o que levou à condenação dos envolvidos.

Eleição e sentença

Francisco das Chagas, eleito vereador nas eleições de 2024 sob o nome de campanha “Franciné Zuza”, chegou a ter sua candidatura impugnada, mas conseguiu reverter a decisão judicialmente e foi eleito para o cargo no município de Sigefredo Pacheco.

Na sentença, o juiz determinou que o parlamentar poderá recorrer em liberdade. A pena de reclusão foi fixada em regime aberto, podendo ser cumprida em uma Casa de Albergado ou outro estabelecimento com a mesma modalidade.

Atendendo ao pedido da defesa, a pena privativa de liberdade foi substituída por duas penas restritivas de direitos, cuja forma de execução será definida pelo juízo responsável. A decisão seguiu o que prevê o Código Penal e a Lei de Execução Penal.

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